As Implicações das vivências

do momento da concepção em regressão

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“Quando um único ser alcança a mais alta qualidade de amor, isso é o suficiente para anular o ódio de milhões.”

( MAHATMA GANDHI)

 

Os pensamentos, sentimentos e sensações físicas experienciados pelos pais durante a relação sexual que concebe o indivíduo, frequentemente são assimilados pelo embrião como se fossem seus. Durante sua existência o indivíduo tem uma tendência a carregar consigo todos esses sentimentos os quais irão se manifestar em seus atuais relacionamentos afetivo-sexuais.
 

Durante os últimos dezesseis anos de prática clínica, utilizando a Psicoterapia Breve Transpessoal, com regressão de memória, eu tenho observado como seria útil se os hipnoterapeutas pudessem enfatizar o momento da concepção do indivíduo na sua atual existência ou em supostas vidas passadas.

Eu tenho notado que quando o indivíduo é induzido ao momento traumático do passado o qual deu origem à sua atual queixa afetivo-sexual, nós constatamos que o momento específico da concepção do indivíduo tem correlações altamente significativas com seus padrões
atuais de comportamento afetivo-sexuais. Seja por memória celular, seja por mecanismos da consciência, o indivíduo tende a carregar consigo tais experiências como se fossem suas, por toda a vida.

 

Além disso, ao vivenciar a relação sexual entre os relativos pais, e o início de sua vida intra uterina correspondente , pude observar que o indivíduo registra nesse momento o início da Existência, e libera todas as resistências em vivenciar quaisquer outras cenas subseqüentes, da referida existência inclusive a da morte. Com isso, as vivências têm sido cada vez mais claras, nítidas e completas.

Após induzir cerca de 3.000 pacientes aos seus respectivos momentos de concepção, eu pude obter algumas observações que eu quero compartilhar com vocês:

Queixa atual: Momento da Concepção (na atual ou em Supostas Vidas Passadas).

Bloqueio sexual: mãe ou pai apresentam bloqueio sexual.

Bloqueio afetivo: mãe ou pai apresentam sentimentos negativos: ódio,medo culpa, indiferença ou outros.

Desintegração afetivo-sexual: mãe ou pai apresentam sensualidade mas    indiferença afetiva, ou afetividade mas frigidez ou frieza sexual.

Dificuldade de relacionamento com a mãe: mãe é indiferente ou repudia o pai.

Dificuldade de relacionamento com o pai: pai é indiferente ou agressivo com a mãe.

Dificuldade de relacionamento com o parceiro ou parceira: pai ou mãe são indiferentes ou agressivos com o outro.

Rejeição à idéia de conceber: mão ou pai não querem procriar um filho.

Prostituição ou Bissexualismo ou Homossexualismo: concepção em sexo coletivo ou estupro ou abuso ou prostituição.


Essas observações clínicas nos sugerem significativas hipóteses sobre os postulados psicanalíticos. Se transcendermos os dados biográficos do indivíduo, poderíamos comprová-los através da regressão de memória, após um estudo mais profundo sobre esse assunto.

Referentemente à psicose (quando o indivíduo se encontra regredido a estágios perinatais), essas observações podem ser muito importantes para maior eficácia de seus tratamentos, se esses postulados transcenderem para vida intra-uterina de supostas vidas passadas e especialmente para o momento da concepção em supostas vidas passadas.

Observando o alto número de queixas referentes à não integração afetivo-sexual nos relacionamentos, os estudos sobre experiências de concepção irão provavelmente concluir que nós vivemos nesse planeta exatamente para aprendermos a amar: nós deveríamos amar a pessoa certa, no lugar certo, no momento certo.
 

Este trabalho regressivo mostrou-me que os sentimentos amorosos que o casal sente durante a relação sexual podem anular os sentimentos e as tendências negativas dos pais que o embrião poderia carregar como seus; também são capazes de anular sentimentos e tendências negativas que o próprio embrião está trazendo de suas supostas vidas passadas. É uma grande chance que o indivíduo tem de começar tudo do “zero” e ser mais feliz.
 

Por outro lado, tenho observado que a falta de amor entre o casal no momento da concepção, ou até mesmo a agressividade entre eles nesse momento, provoca sentimentos negativos no embrião, que se manifestará mais tarde como situações negativas magnéticamente atraidas pelo próprio indivíduo, principalmente as de conteúdo afetivo-sexuais, devido a esses sentimentos negativos terem sido registrados no inconsciente do embrião. 

O terapeuta atua durante a vivência no sentido de facilitar ao indivíduo desconectar-se desses sentimentos negativos dos pais durante a concepção. O vínculo existente entre os pais, facilita o vínculo entre o indivíduo e a família e entre o indivíduo e a sociedade.
O amor entre os pais no ato da concepção parece ser a maior prevenção contra a violência e o crime.

Parece que a imagem bíblica da “expulsão do Paraíso”, queria nos dizer algo como:

Enquanto nós não soubermos amar verdadeiramente, haverá sofrimento na Terra. Enquanto houver indivíduos concebidos sem o amor entre os pais, haverá indiferença moral, carência, revolta, desamor.

E eu gostaria de aproveitar esse momento para fazer uma convocação mundial:

 

“ HAVING SEX ONLY WITH LOVE.”

 

OS CONGRESSOS INTERNACIONAIS

 

Em 1994 atendi o caso Marcelo dando início à pesquisa sobre o momento da concepção.
Em 1999, apresentei a pesquisa que foi aceita pelo comitê científico no 2o. Congresso Mundial de Psicoterapia, em Viena. 

Em 2002 fui a Nijmegen, Holanda, apresentar a pesquisa, agora ainda mais adiantada. Era mês de maio e o Congresso fora programado para terminar no dia das mães, dia 12 de maio. Naquela semana tinha havido uma chacina de crianças de uma escola num país europeu. O mundo estava chocado. E nesse dia em que cheguei em Amsterdam, um político muito querido do povo, por sinal contrário ao aborto, havia acabado de ser assassinado. O Congresso iniciou-se em meio a esse clima onde perguntávamos todos: onde erramos? Existe alguma interferência da Vida Intra Uterina sobre atos assassinos? O que está por trás de um ato criminoso? Uma advogada criminalista belga, Anouk Depuyd apresentou no Congresso, ao lado de Thomas Verny, um trabalho excepcional que ela chamou de "Linkedness as an answer to de-linquency", o resultado de 15 anos de trabalho com criminosos. Ela observou que o criminoso não criou vínculo no útero, com a mãe, por isso não cria vínculo com a família e muito menos com a sociedade. 

E a maneira que ela encontrou para recuperá-los foi recriando vínculos primeiramente com a mãe (vivências em piscinas aquecidas em forma de útero), depois com a família (que participa das atividades de manutenção da escola) e por último com a sociedade ( ele mesmo consertando e limpando a sala de aula). Um trabalho inacreditavelmente eficaz. 

Eu pude apresentar o meu trabalho ao vivo e em cores. Uma psicóloga suiça pediu-me que permitisse que ela fosse "sujeito" pra que minha apresentação fosse prática; as pessoas concordaram e assim eu fiz. Ela falava correntemente o francês e combinamos então que a vivencia seria em inglês. E foi excelente porque a queixa principal dela era a aversão sexual, e qual não foi a nossa satisfação quando ela vivenciou sua concepção, percebendo sua mãe com nojo do pai que estava bêbado e forçava a situação. Ela havia carregado consigo, por toda a vida, até então, essa aversão sexual como se fosse própria. Segundo ela, passou 43 anos duvidando da própria sexualidade. Depois de liberar a emoção facilitei a desconexão do inconsciente dela com o de sua mãe e ela se libertou do sentimento de aversão. Foi excelente o resultado. 

Na programação do Congresso havia um trabalho que seria apresentado com o título "When three people are meeting", então dirigi-me pra lá e, encontramo-nos os três: Simon House e Jon Tuner, que pesquisam a concepção na existência atual e eu, que pesquiso a concepção na existência atual e em supostas vidas passadas. Simon e eu fomos voluntários na vivência de Tuner e os três, ficamos amigos.Tanto Jon Tuner como Simon House são discípulos do Professor Peter Fedor-Freybergh, obstreta, ginecologista, psiconeuroendocrinologista e professor de Psiquiatria Infantil e da Adolescência, fundador do Instituto Internacional de Medicina e Psicologia Pré e Perinatal (IPPM). Trocamos e-mails e experiências sobre nossas pesquisas. Poder assistir no encerramento do Congresso, Marina Marcovitch (a médica neonatologista de Viena que durante a segunda guerra arriscava sua própria vida para cuidar de recém-nascidos excepcionais que deveriam ser mortos pelos nazistas), foi uma das maiores emoções da minha vida.

Em 2005 fui a Buenos Aires apresentar o mesmo trabalho, então com 10 anos de vida, 2.300 pacientes. No dia de minha apresentação pude assistir a uma apresentação precedente de uma pesquisa sobre casamentos duradouros feita por uma psicóloga de Córdoba. Ela concluiu que o fator que determina a durabilidade dos casamentos não é o sexo, não é o filho ou os filhos, não é a condição financeira, não é a condição cultural, não é a religião, não é a idade, sim é a existência de pelo menos um projeto em comum entre o casal. Isso reforçou a minha hipótese de que o casal precisa estar sintonizado em algo relevante pra gerar filhos saudáveis.

Em 2006 eu assisti ao filme "Quem somos nós", vi as fotos da molécula da água observadas por Masaru Emoto e, considerando que desde embrião, no útero, somos quase 70% água, alcancei uma sensação de felicidade muito grande por entender que eu estava no caminho certo e que havia valido a pena todo aquele tortuoso percurso pra dizer ao mundo:

 

...amem-se, amem-se......having sex only with love......
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